"Não vejo riscos. São formas de falar do presidente Trump", afirmou. "Eu não acredito na invasão, não acredito nem mesmo que seja algo que eles estejam levando muito a sério. A delinquência organizada não se resolve com uma intervenção", ressaltou.
Embora a presidente tenha reconhecido que se está vivendo uma "situação especial" desde que o republicano voltou ao poder na Casa Branca, ela avaliou que há colaboração e entendimento com Washington e considerou que "são muito poucos os que estão de acordo com uma intervenção" em território mexicano.
"Se não houvesse nenhuma comunicação, estaríamos preocupados; agora, isso não quer dizer que estamos de braços cruzados", pontuou. A mexicana insistiu que Trump, com quem já conversou em cerca de 14 ocasiões, ofereceu ao México de forma reiterada a possibilidade de atuar militarmente no país, mas que ela sempre rejeitou.
"Ele em várias ocasiões insistiu que o exército dos Estados Unidos pudesse entrar no México e nós dissemos que não de maneira muito firme, primeiro porque defendemos nossa soberania e segundo porque não é necessário", assegurou. "A intervenção não é uma opção".
*Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast, Sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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