Na sexta, 24, em vídeo postado no X, Netanyahu já havia dito sobre o Hezbollah: "Estamos mantendo total liberdade de ação contra qualquer ameaça, inclusive as que surgirem. Atacamos ontem e atacamos hoje. Estamos determinados a restaurar a segurança dos moradores do Norte", escreveu.
Mais cedo, a agência de notícias estatal do Líbano, a NNA, informou que quatro pessoas foram mortas por ataques Israelenses na cidade de Yohmar Al-Shqif, no distrito de Nabatieh, no sul do país. A agência de notícias do governo do Catar (QNA) relatou que mais duas pessoas morreram e 17 ficaram feridas em um bombardeio em Safad Al-Batikh, no distrito de Bint Jbeil, também no sul libanês.
Com isso, o número de mortos no Líbano subiu para 2.496 desde que Israel começou a atacar o país vizinho no início de maio, em reposta a uma ofensiva do Hezbollah que, por sua vez, ocorreu em retaliação aos bombardeios dos Estados Unidos e Israel ao Irã. Ontem, 24, as IDF dissertam no X que mataram seis "terroristas do Hezbollah armados" também na região de Bint Jbeil.
Cessar-fogo
Os ataques ocorrem enquanto vigora um cessar fogo, prorrogado por mais três semanas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quinta-feira, 23, dia em que a embaixadora do Líbano em Washington, Nada Hamadeh Moawad, e o embaixador de Israel, Yechiel Leiter, iniciaram uma segunda rodada de negociações diretas na capital norte-americana para tentar prorrogar o armistício. O governo libanês busca interromper completamente os ataques e as demolições de casas realizadas por Israel em vilarejos ocupados desde o início desta guerra.
(Com Agência Estado)
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