Neste domingo (26), o mundo relembra os 40 anos do Acidente de Chernobyl, considerado o mais grave da história. A data marca a explosão de um dos reatores da usina nuclear localizada na então União Soviética, episódio que provocou a liberação de grande quantidade de material radioativo na atmosfera.
Em 26 de abril de 1986, durante um teste de segurança, o reator número 4 da usina sofreu uma explosão que espalhou cerca de 200 toneladas de substâncias radioativas, afetando diversas regiões da Europa. O acidente teve impacto duradouro na saúde pública, no meio ambiente e na política nuclear mundial.
As áreas mais atingidas, como a cidade de Pripyat, foram evacuadas às pressas e permanecem desabitadas até hoje. Quatro décadas depois, o local ainda impressiona pelo cenário de abandono, com edifícios deteriorados e objetos pessoais deixados para trás.
Imagens registradas ao longo dos anos mostram parques de diversões tomados pela vegetação, salas de aula vazias, brinquedos abandonados e estruturas urbanas em ruínas. O conjunto reforça a imagem de “cidade fantasma”, frequentemente associada à região.
O desastre segue como referência histórica sobre os riscos da energia nuclear e os desafios de gestão de crises ambientais de grande escala. Além disso, permanece como objeto de estudos e memória, evidenciando os impactos de longo prazo de acidentes dessa magnitude.
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