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Brasil Sábado, 25 de Abril de 2026, 19:00 - A | A

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Caiado diz que eleitor escolherá quem vai ao 2º turno e pede convergência

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), sinalizou, neste sábado, 25, convergência com outros postulantes de oposição ao governo federal ao cargo e afastou a ideia de confronto direto, indicando que a disputa deve servir como filtro para definir quem chegará mais competitivo ao segundo turno. O tom conciliador com outros eventuais adversários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi apresentado durante a cerimônia de abertura da Expozebu, em Uberaba (MG), evento considerado o principal da pecuária nacional.

Caiado defendeu a eleição de 2026 como decisiva para o rumo político e econômico do País. "Coloquei meu nome. O partido terá candidato à Presidência da República", afirmou. "Este é um ano em que temos que eleger quem acredita no Brasil", disse. "Não é enfrentamento", afirmou, ao defender que o eleitor escolha "quem vai para o segundo turno". O discurso foi acompanhado por Romeu Zema, pré-candidato pelo Novo.

O ex-governador também fez críticas duras ao governo federal. "Vamos ser governados mais uma vez por aqueles que roubaram o futuro do povo?", questionou. Segundo ele, há uma "falta de perspectiva" que precisa ser revertida. Ao tratar da disputa, Caiado afirmou que governar exige mais do que vitória eleitoral. "Não se governa apenas ganhando eleição. Se governa pelo exemplo de vida e pela coragem de fazer o que é certo", disse.

O discurso também trouxe acenos diretos ao setor agropecuário, em linha com a estratégia de pré-candidatos de se aproximarem de uma das bases econômicas mais relevantes do Brasil. Caiado voltou a defender o segmento como central para o Brasil. "O agronegócio é o setor que sustenta o nosso país", afirmou.

Ele conectou a eleição à agenda econômica, criticando medidas recentes. "Querem empobrecer o agronegócio e tirar nossa capacidade de seguir um programa de governo", disse. Ao final, reforçou o tom de mobilização e projetou a campanha. "Vamos ganhar a eleição", afirmou. "Vamos devolver o Brasil aos brasileiros de bem", completou.

(Com Agência Estado)

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