"Vamos renovar esse Judiciário. A corrupção está correndo solta", afirmou. Zema também defendeu maior rigor na punição de crimes. "Vamos precisar mandar bandido para a cadeia, o que muitos países sérios fazem e que aqui não se faz", disse.
A fala ocorre em meio aos embates recentes de Zema com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o que ampliou o alcance de suas críticas ao Judiciário e reforçou sua presença no debate político nacional. O ex-governador inseriu o tema dentro de um pacote mais amplo de mudanças que, segundo ele, o Brasil ainda precisa realizar. "Falta um choque moral, acabar com essa pouca vergonha que nós estamos vendo", disse. Também fez uma referência a uma declaração do ministro do STF Gilmar Mendes, que havia falado sobre o seu sotaque. "Eu descobri que o meu sotaque não é entendido em Brasília", afirmou.
Zema voltou a criticar o tamanho do Estado e os gastos públicos. "Precisamos de um choque na gastança, acabar com esse governo perdulário", afirmou. Segundo ele, "um governo que gasta pouco significa juros lá embaixo". Além disso, Zema não escondeu o tom eleitoral do discurso. "Temos uma missão importantíssima: ou deixamos o Brasil continuar como está ou colocamos pessoas do bem lá", disse em referência a Brasília.
Apesar das críticas, Zema também ressaltou avanços econômicos do País nas últimas décadas, como o controle da inflação e o acúmulo de reservas internacionais, atribuindo papel central ao agronegócio. "Essas reservas foram conquistadas graças a qual setor? Ao agro", completou. "Hoje o Brasil não está como a Argentina por causa de vocês, produtores rurais", afirmou em aceno ao setor agropecuário.
(Com Agência Estado)
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