Cerca de 350 equipes atuam na ocorrência. Agora, eles se concentram na busca dos desaparecidos que estão presos na mina.
A causa da detonação é investigada. Um dos responsáveis pela empresa foi detido.
Segundo a agência de notícias oficial do país, a Xinhua, 247 funcionários trabalhavam no momento da explosão na mina de carvão Liushenyu, que fica localizada na cidade de Changzhi, província de Shanxi.
Às 6h do sábado, 23 (17h, da sexta, em Brasília), 201 pessoas foram resgatadas com vida, além das vítimas fatais.
Mas, horas depois, pouco depois de um pronunciamento do presidente chinês, Xi Jinping, que pediu que os esforços estejam no resgate dos desaparecidos assim como na investigação sobre a causa do acidente para que os culpados sejam responsabilizados, o número de mortos subiu para 90.
A Shanxi é a principal província de mineração de carvão da China. No ano passado, a região, aproximadamente do tamanho do Ceará e com uma população de cerca de 34 milhões pessoas, foi responsável pelo fornecimento quase um terço do total do produto.
Um total de 123 pessoas precisaram de ser hospitalizadas; quatro delas têm quadro de saúde estado grave ou crítico, informou a emissora estatal CCTV.
Em entrevista ao canal, um dos mineiros que estava na mina no momento do incidente, disse que de repente o local foi tomado por uma nuvem de fumaça e por um forte cheiro de enxofre. Segundo ele, os trabalhadores sufocaram com o cheiro e desmaiaram.
"Fiquei no chão por cerca de uma hora e acordei sozinho. Gritei para as pessoas ao meu lado e saímos da mina juntos", detalhou Wang Yong à CCTV.
Esse já é o pior acidente de mineração na China desde 2009, quando outra explosão matou 108 trabalhadores na província de Heilongjiang, no nordeste do país.
*Com informações de agências internacionais.
(Com Agência Estado)
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