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Mundo Quinta-feira, 13 de Junho de 2024, 16:15 - A | A

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Quinta-feira, 13 de Junho de 2024, 16h:15 - A | A

Chiquita Brands é condenada por financiar grupo paramilitar AUC da Colômbia

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

Um tribunal da Flórida, nos Estados Unidos, considerou a Chiquita Brands International - uma das líderes mundiais no cultivo e distribuição de banana - responsável pelo financiamento do grupo paramilitar colombiano, Autodefensas Unidas da Colômbia (AUC), na última segunda-feira, 10. A empresa pretende recorrer da condenação.

De acordo com a CNN, a companhia americana foi condenada a pagar um total de US$ 38,3 milhões às famílias de oito vítimas das AUC - um extinto grupo paramilitar de extrema direita que foi designado como organização terrorista pelos EUA - após o júri do caso civil concluir que a Chiquita "prestou conscientemente assistência substancial à AUC em um grau suficiente para criar um risco previsível de danos a terceiros".

Em 2007, Chiquita foi multada em US$ 25 milhões pelo governo dos EUA depois de admitir ter realizado mais de 100 pagamentos às AUC, de 1997 até fevereiro de 2004, totalizando mais de US $1,7 milhão. Na época, a Chiquita registrou os pagamentos das AUC como "serviços de segurança", no entanto, a empresa nunca recebeu serviços reais provenientes destes pagamentos.

Victoria Mesa-Estrada, advogada da Searcy Law - firma de advogados que representa as vítimas do AUC e as suas famílias - disse que o veredicto é um alerta para que as empresas "reavaliem suas operações e garantam que não apoiem, mesmo indiretamente, a violência ou os abusos dos direitos humanos".

Em comunicado à CNN, a Chiquita disse que pretende recorrer do veredicto do júri. "A situação na Colômbia foi trágica para muitos, incluindo aqueles diretamente afetados pela violência no país, e os nossos pensamentos permanecem com eles e com as suas famílias. No entanto, isso não muda a nossa crença de que não existe base legal para estas reivindicações", afirma o comunicado da empresa. "Embora estejamos desapontados com a decisão, continuamos confiantes de que a nossa posição jurídica acabará por prevalecer."

(Com Agência Estado)

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