Justiça Quinta-feira, 06 de Outubro de 2011, 09:30 - A | A

Quinta-feira, 06 de Outubro de 2011, 09h:30 - A | A

CHACINA DE MATUPÁ

Segunda sessão do júri é confirmada para o dia 10

Em virtude do excessivo número de réus, num total de 18, o processo foi desmembrado por determinação do juiz titular da comarca, Tiago Souza Nogueira de Abreu

DA REDAÇÃO

Está confirmada para a próxima segunda-feira (10 de outubro), a partir das 8 horas, a segunda sessão do Tribunal do Júri da Comarca de Matupá (695km a norte de Cuiabá) referente à “Chacina de Matupá”. Na data, enfrentarão o júri popular os réus Donizete Bento dos Santos, Gerson Luiz Turcatto, Paulo Cezar Turcatto, Mauro Pereira Bueno e Airton José de Andrade. Em virtude do excessivo número de réus, num total de 18, o processo foi desmembrado por determinação do juiz titular da comarca, Tiago Souza Nogueira de Abreu.

No início da madrugada desta quarta-feira (5 de outubro) terminou o julgamento dos três primeiros acusados. Valdemir Pereira Bueno foi considerado culpado e condenado a oito anos de reclusão em regime inicialmente fechado. Já os réus Santo Caione a Alcindo Mayer foram considerados inocentes das acusações e absolvidos. O crime ocorreu em novembro de 1990 e resultou na morte dos assaltantes Ivacir Garcia dos Santos, 31, Arci Garcia dos Santos, 28, e Osvaldo José Bachinan, 32.

Para o próximo dia 17, a partir das 8 horas, está marcado o julgamento dos réus Luiz Alberto Donin, Elo Eidt, Mário Nicolau Schorr, Faustino da Silva Rossi e Elywd Pereira da Silva. A última sessão será realizada no dia 24, com o julgamento de José Antônio Correa, Antônio Pereira Sobrinho, Roberto Konrath e Enio Carlos Lacerda, com início às 8 horas. 

RELEMBRE O CASO

A chacina no município de Matupá ocorreu em novembro de 1990. Na oportunidade, Ivacir Garcia dos Santos, 31, Arci Garcia dos Santos, 28, e Osvaldo José Bachinan, 32, após uma tentativa de assalto, teriam invadido uma residência e mantiveram duas mulheres reféns, por mais de 15 horas. A Polícia Militar foi acionada e os assaltantes se renderam. No entanto, eles foram capturados pelos populares, levados até a praça pública, espancados e queimados. A ação foi registrada por um cinegrafista e as imagens repercutiram em todo o mundo.(Com Informações da Assessoria)

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