A juíza Edna Ederli Coutinho, da 1ª Vara Criminal de Tangará da Serra (251 km de Cuiabá), acolheu denúncia contra o entregador Kaique Marques Cavalcante acusado de matar a ex-esposa, Mikaelly Mendes da Silva, de 26 anos, em outubro deste ano. Na deúncia, o Ministério Público imputou ao réu o crime de homicídio qualificado por feminícidio, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Mikaelly Mendes da Silva foi morta a facadas na madrugada de 7 de outubro depois que Kaique invadiu a quitinete onde a vítima morava. Os dois tinham juntos uma filha que fez aniversário dois dias antes do crime. O réu pegou a filha no dia posterior ao aniversário e horas depois de deixá-la na casa de Mikaelly, cometeu o crime.
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Na denúncia, o MP destacou que o homicídio brutal foi cometido na frente da menina, de apenas oito anos de idade, que foi levada da quitinete pelo pai após o crime. A motivação, de acordo com o MP, seria a inconformidade de Kaique com o fim do relacionamento. Pouco tempo antes, Mikaelly teria admitido que estava se envolvendo com outra pessoa.
Ao acolher a denúncia, a juíza do caso, Edna Ederli Coutinho, entendeu que a peça obedece todos os requisitos legais e que existem nos autos a presença dos pressupostos processuais, das condições da ação penal e principalmente por ter verificado no feito a presença de justa causa, ou seja, a existência da materialidade e os indícios de autoria.
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