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Justiça Terça-feira, 03 de Março de 2026, 17:56 - A | A

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Terça-feira, 03 de Março de 2026, 17h:56 - A | A

54 ANOS DE PRISÃO

Tribunal do Júri condena réus por homicídio qualificado e ocultação de cadáver

Decisão condena Alison Antônio e Washington Luiz pela morte brutal de Eleandro Brandino, submetido a um “tribunal do crime”.

DA REDAÇÃO

O Tribunal do Júri da Comarca de Sorriso (399 km de Cuiabá) condenou, na quinta-feira (27), Alison Antônio Silva Vieira e Washington Luiz Matias Sanches pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. As penas somadas ultrapassam 54 anos de reclusão.

Alison Antônio foi condenado a 27 anos de prisão e Washington Luiz a 27 anos e 7 meses de reclusão, ambos em regime inicial fechado.

Durante os debates, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), representado pelos promotores Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque - do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri), sustentou a responsabilização dos réus pela morte de Eleandro Brandino, ocorrida entre os dias 17 e 18 de janeiro de 2024.

A vítima foi capturada, levada para uma área de mata nos fundos de um estabelecimento comercial e submetida a um “tribunal do crime”. Após ser agredido com arma branca e decapitado, o corpo de Eleandro Brandino foi enterrado em covas distintas, com o objetivo de dificultar as investigações.

“Foi possível demonstrar ao Júri que a vítima foi submetida a sofrimento extremo e executada com método cruel, num cenário de total vulnerabilidade. A sociedade não pode admitir práticas violentas ditadas por supostos ‘tribunais do crime’”, destacou o promotor de Justiça Fabison Miranda Cardoso.

O Conselho de Sentença reconheceu as qualificadoras de motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além do concurso de agentes. Os jurados também entenderam pela participação dos réus na ocultação do cadáver.

“A decisão do Tribunal do Júri reafirma que em Mato Grosso não há espaço para execuções sumárias nem para a tentativa de impor um regime paralelo de justiça”, finalizou o promotor de Justiça Eduardo Antônio Ferreira Zaque.

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