Justiça Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011, 08:56 - A | A

Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011, 08h:56 - A | A

EM MATO GROSSO

Começa o julgamento dos cinco acusados da chacina em Matupá

Este é o segundo Tribunal do Júri que é realizado para envolvidos numa das maiores tragédias em Mato Grosso

HÉRICA TEIXEIRA
herica@hipernoticias.com.br

 

TJ/MT

Segundo julgamento da Chacina em Matupá acontece nesta segunda-feira; cinco serão julgados

O segundo julgamento da chacina em Matupá já teve início na manhã desta segunda-feira (10). O crime aconteceu em novembro de 1990, onde três pessoas foram assassinadas. O Tribunal do Júri é conduzido pelo juiz Tiago Souza Nogueira de Abreu e serão julgados os réus Donizete Bento dos Santos, Gerson Luiz Turcatto, Paulo Cezar Turcatto, Mauro Pereira Bueno e Airton José de Andrade.

O primeiro julgamento do caso da chacina em Matupá aconteceu na terça-feira (4) passada e apenas três réus foram julgados. Destes, somente um foi condenado a oito anos de prisão, Os outros dois foram absolvidos. O réu condenado foi Valdemir Pereira Bueno. Já Santo Caione e Alcindo Mayer tiveram absolvição pelo júri.

Nesta segunda-feira a reportagem entrou em contato com a gestora do Fórum em Matupá, Helena Ueno, que confirmou que a Tribunal do Júri já começou, e informou também que o plenário está parcialmente lotado.

Helena complementou que o Fórum de Matupá vive dia tranquilo, que não há nenhuma manifestação. “O primeiro júri foi de mais expectativa, pois não sabíamos como ia acontecer, hoje, o segundo julgamento, já estamos mais calmos”, enfatizou.

A gestora completou que não sabe dizer o quanto tempo vai demorar o julgamento, já que são cinco os réus que serão julgados.

A CHACINA

A chacina no município de Matupá ocorreu em novembro de 1990. Naquela época, Ivacir Garcia dos Santos, 31, Arci Garcia dos Santos, 28, e Osvaldo José Bachinan, 32, após uma tentativa de assalto teriam invadido uma residência e mantiveram duas mulheres reféns por mais de 15 horas. A Polícia Militar foi acionada e os assaltantes se renderam. No entanto, eles foram capturados pelos populares, levados até a praça pública, espancados e queimados. A ação foi registrada por um cinegrafista e as imagens repercutiram em todo o mundo. (Com Assessoria)

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