"Ah, emocionante (risos). Várias emoções ali no momento... Difícil, né? Situação complicada", disse Scarpa quando perguntado sobre como foi o reencontro com Willian Bigode. "A gente tinha uma amizade muito maneira, mas o maluco decidiu ir para um outro caminho. Agora, paciência. Torcer para que tudo se resolva logo. A situação é muito preto no branco, e eu não vejo a hora de receber o que me é de direito", completou.
América e Atlético voltarão a se encontrar no próximo domingo (1º), bem como Willian e Scarpa. A partida será na Arena Independência às 18 horas (horário de Brasília) e vale passagem para a final do Estadual.
Relembre o caso
O caso das criptomoedas o qual se envolveram Scarpa, Bigode e outros jogadores ainda não chegou a seu desfecho. Em janeiro de 2025, entretanto, a Justiça de São Paulo condenou o jogador do América e mais quatro réus a pagarem cerca de R$ 4,5 milhões para Mayke e sua mulher, Rayanne de Almeida, como ressarcimento do valor investido pelo casal. O lateral, hoje no Santos, assim como Scarpa, também jogou com Willian no Palmeiras.
situação de Scarpa ainda se desenrola. Ele alega ter perdido R$ 6,3 milhões na aplicação. Além de Willian Bigode, sua sócia na empresa WLJC Consutoria e Gestão Empresarial, Camila Moreira de Biasi, também indicou o investimento. Mayke teve prejuízo de R$ 4.583.789,31.
Willian diz ter sofrido o maior calote de todos, no valor de R$ 17,5 milhões. O atacante e suas sócias refutam a acusação de terem participação no prejuízo sofrido pelos ex-colegas e ressaltam que também são vítimas da XLand.
O processo movido por Scarpa e Mayke aponta que partiu de Willian e de sua sócia Camila Moreira de Biasi a sugestão de investimentos na XLand, que ofereceria uma rentabilidade de 2% a 5% sobre o valor investido. O rendimento é considerado irreal para a realidade do mercado financeiro. Scarpa aplicou R$ 6,3 milhões, enquanto Mayke e sua mulher, Rayanne de Almeida, investiram R$ 4,5 milhões.
Os problemas com a XLand começaram ainda em 2022, quando os jogadores tentaram resgatar a rentabilidade, mas se depararam com negativas e adiamentos da XLand. Mais tarde, uma tentativa de rescisão foi feita, mas sem receber o valor devido. Após seguidos contatos com os sócios da XLand, Jean do Carmo Ribeiro e Gabriel de Souza Nascimento, com Willian e Camila e um coach de gestão financeira, Marçal Siqueira, que tinha parceira com a empresa acriana, Scarpa e Mayke procuraram seus advogados e registraram um boletim de ocorrência. Desde então, o processo corre na Justiça paulista, ainda sem decisões proferidas sobre culpabilidade dos réus.
(Com Agência Estado)
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