De acordo com Lemos, partiu dele a proposta para a marca do banco voltar a apoiar os clubes. "Grêmio e Internacional fazem parte da vida de milhões de gaúchos. São clubes que atravessam gerações, mobilizam famílias e carregam uma história que se confunde com a do nosso Estado. O Banrisul tem orgulho de participar dessa trajetória há 25 anos. Quando o futebol gaúcho entra em campo, o Banrisul joga junto. E queremos ver gremistas e colorados mobilizados, apoiando seus times até a última rodada."
O presidente do Grêmio, Odorico Roman, destacou a importância do reforço da parceria neste momento da temporada. "O Banrisul esteve ao nosso lado em diferentes momentos da nossa história e é muito significativo contar com um apoio extra neste momento decisivo. Essa parceria representa a conexão entre duas instituições profundamente ligadas ao Rio Grande do Sul, que construíram uma relação de confiança ao longo dos anos."
Já para Alessandro Barcellos, presidente do Inter, "ver o Banrisul de volta à parte frontal da nossa camisa é motivo de extremo orgulho para o Sport Club Internacional. É uma parceria histórica que retorna neste ano em que comemoramos duas décadas dos títulos da Libertadores e do Mundial. O Banrisul sempre esteve ao lado nos momentos marcantes da nossa trajetória e, juntas, nossas marcas mostram a força e a tradição do futebol gaúcho".
O Banrisul foi o patrocinador máster de Grêmio e Internacional de 2001 até 2024, quando a dupla optou por contratos mais vantajosos com casas de aposta. Os rivais chegaram a ser patrocinados pela Alfa.bet, em um acordo de R$ 50 milhões anuais cada, mas ambos encerraram a parceria entre o final de 2025 e o início de 2026, devido a atrasos nos pagamentos.
Grêmio e Inter passaram a temporada 2026 com patrocinadores pontuais na camisa. Os gremistas chegaram a anunciar um acordo de patrocínio máster com a casa de apostas Pitaco em 23 de setembro de 2026, apenas dois dias antes de o Governo Federal anunciar a proibição das bets por meio de Medida Provisória no dia 25. O contrato de três anos foi avaliado em cerca de R$ 40 milhões a R$ 46 milhões por temporada.
A partir da assinatura da MP, o Congresso Nacional tem 120 dias para decidir se converte a medida em lei federal, o que deve acontecer somente após as eleições presidenciais.
(Com Agência Estado)
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