A ideia da Fifa consiste em vender participações minoritárias por meio do novo programa de negócios, avaliado em cerca de R$ 102,5 bilhões. Para isso, seria criado um grupo chamado Fifa Forward Enterprise (FFE), que consolidaria os eventos e operações. Porém, a governança do futebol permaneceria sobre o controle da entidade gerida por Gianni Infantino.
"A Confederação de Futebol da Oceania (OFC) observa que a Fifa iniciou um processo de consulta com suas Associações Membro e o Conselho da Fifa a respeito da proposta da iniciativa Fifa Forward Enterprise. A proposta será analisada pelo Comitê Executivo da OFC em sua próxima reunião, em agosto. A OFC convida suas Associações Membro a analisarem a proposta e a participarem do processo de consulta", disse o comunicado da OFC.
A OFC também se colocou à disposição das demais Confederações para debater o projeto antes de definir uma posição oficial sobre a ideia apresentada pela Fifa.
"A OFC mantém o compromisso de dialogar de forma construtiva com suas Associações Membro, a Fifa, as demais Confederações e outras partes interessadas do futebol ao longo do processo de consulta e em apoio ao desenvolvimento contínuo do futebol na Oceania e em todo o mundo", concluiu.
Outras Confederações também se manifestaram sobre a proposta. Mais cedo, nesta quinta-feira, a Concacaf se juntou à Uefa contra a ideia da entidade máxima do futebol. No entanto, a Federação Mexicana, que faz parte da Concacaf, divergiu e também prometeu estudar melhor o projeto. Já os países da Uefa anunciaram boicote a todos os torneios feitos pela Fifa, incluindo a Copa do Mundo.
(Com Agência Estado)
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