Neymar participou bastante da circulação de bola, com 59 passes tentados ao longo da partida, mas a eficiência foi limitada. A taxa geral de acerto ficou em 72,9%, percentual que caiu para 63,3% quando considerados apenas os passes executados no campo ofensivo. Ao todo, foram 55 passes curtos e quatro lançamentos longos.
Nos duelos individuais, o camisa 10 levou desvantagem. Ele venceu sete disputas, mas saiu derrotado em 11 confrontos diretos com adversários. Pelo alto, participou pouco: ganhou um duelo aéreo e não perdeu nenhum. O jogo também teve escassa produção ofensiva, com poucos chutes ao gol e ausência de ações defensivas registradas.
Um dos lances mais determinantes da partida partiu justamente de um erro técnico do atacante. Ainda no primeiro tempo, Neymar perdeu a posse de bola próximo à área santista após um passe impreciso, originando o gol de Rômulo, que abriu o placar para o time do interior. Após a jogada, o camisa 10 assumiu a falha em conversa com companheiros em campo.
A partida marcou apenas o segundo jogo de Neymar na temporada e o primeiro em que atuou durante os 90 minutos. Antes disso, havia participado da goleada sobre o Velo Clube, entrando no segundo tempo. O atacante ainda está em processo de retomada após cirurgia no joelho, o que tem gerado cautela em relação à sua condição física.
O contexto da eliminação e os números individuais ampliam o debate sobre o momento do jogador, especialmente diante da proximidade de convocações para a Copa do Mundo e da atenção do técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, ao desempenho dos principais nomes do futebol nacional.
(Com Agência Estado)
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