O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Tesouro informou que o alerta tem como foco principal a província de Shandong, na China, devido ao papel contínuo das instalações locais na importação e no refino de petróleo iraniano ao longo de 2026. Segundo o OFAC, essas instalações, em conjunto, "compraram e refinaram bilhões de dólares em petróleo iraniano, tornando-se uma importante fonte de receita para Teerã".
A agência também atualizou suas orientações de fiscalização das sanções, voltadas a restringir os setores de petróleo e petroquímicos do Irã.
(Com Agência Estado)
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