Publicado em 15 de julho, o texto autoriza a criação de linhas de crédito rural para composição de dívidas, com a finalidade de apoiar ações de mitigação às mudanças climáticas, de enfrentamento de calamidades públicas e de compensação dos impactos de conflitos geopolíticos.
Ao tomar posse, Calheiros criticou a MP e disse que há exclusão dos Estados do Norte e Nordeste e que "não faz sentido" ser mais custoso produzir nessas regiões. "A MP não pode ser ponto de chegada. Cabe a essa comissão mista recuperar o que foi retirado e aprimorar o que precisa ser aprimorado", declarou o senador.
(Com Agência Estado)
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