No mesmo período, também cresceu a proporção de instituições que destacam o risco de inadimplência e atividade como o mais importante, de 21% para 26%. Por outro lado, diminuiu de 24% para 20% o grupo que sinaliza o risco internacional como o mais relevante.
Os dados foram coletados entre os dias 2 e 28 de julho deste ano. No relatório que acompanha a pesquisa, o BC destacou que, na avaliação dessas instituições, o fiscal segue como o risco mais importante, impulsionado pelo crescimento da dívida pública e déficit primário.
Já a inadimplência segue como o risco mais citado, com o maior crescimento de citações, com alto endividamento de famílias e de empresas num ambiente de taxas de juros elevadas. No cenário internacional, pontuou, continuam as preocupações com a guerra no Oriente Médio e seus desdobramentos para inflação no Brasil.
O BC também fez um destaque quanto à avaliação dessas empresas sobre os ciclos econômico e financeiro.
Para essas instituições, a alavancagem das famílias e empresas segue elevada, mas diminuiu a preocupação com hiato do crédito.
Índice de Confiança do SFN
O índice de confiança no Sistema Financeiro Nacional (SFN) caiu pela sétima leitura seguida, de 71,79 pontos em maio para 71,15 em agosto.
O BC observou que a "confiança no SFN segue alta, mas com nova queda na margem".
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.










