Os comentários ocorrem um dia após o Comitê de Política Monetária (Copom) cortar a Selic em 0,25 ponto porcentual, de 14,25% para 14,00% ao ano. Esse foi o quarto corte consecutivo da taxa. Antes do início do ciclo de calibração, o juro estava em 15%.
Questionado se haveria uma má vontade do mercado financeiro ao estabelecer a taxa de juros futuro, Durigan disse que não reputa o cenário atual a uma má vontade, mas sim ao grau de incerteza elevado e uma certa ansiedade com o momento de eleição. "Nós estamos falando de o mercado comprar títulos de longo prazo, estamos falando de títulos de três, cinco e dez anos e essa projeção de futuro que hoje está em jogo."
(Com Agência Estado)
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