Ao todo serão R$ 21,2 bilhões destinados ao programa, sendo R$ 2 bilhões exclusivamente para caminhoneiros autônomos, "que terão condições diferenciadas de prazo e carência", segundo o ministro, e R$ 2 bilhões para linhas de ônibus.
O ministro disse que o crédito oferecido pelo governo tem o objetivo de garantir empregos no Brasil e impulsionar a indústria local. E afirmou que "a contrapartida que se espera (do setor produtivo) é justamente a geração de emprego".
"O Move Brasil 2 é crédito com resultado produtivo. Reduz custo para quem transporta, fortalece quem fabrica, moderniza nossa infraestrutura e contribui para um transporte mais seguro e sustentável. E sabemos que contaremos com o compromisso do setor produtivo de garantir empregos mantidas as condições atuais, porque é o que se espera do setor produtivo. A contrapartida que se espera é justamente a geração de emprego, distribuição de bons salários", afirmou.
O anúncio foi em evento no Palácio do Planalto nesta quinta-feira, 30. Márcio Elias Rosa afirmou que o "Brasil é um País que se move sobre rodas, mais de 60% da carga nacional trafega por rodovias" e que a "frota velha custa caro, para o trabalhador, para o meio ambiente, para a economia".
"Lula quer romper esse ciclo e encomendou que fizéssemos a nova versão do Move, o Move Brasil 2, que amplia essa linha de crédito. Damos um passo ainda mais largo", declarou o ministro.
O evento acontece no Palácio do Planalto. A imprensa não tem acesso ao local, mas o evento está sendo transmitido ao vivo pelo governo. Estão presentes os ministros da Fazenda, Dario Durigan; da Casa Civil, Miriam Belchior; do Planejamento, Bruno Moretti; do Mdic, Márcio Elias Rosa, e da Secretaria Geral, Guilherme Boulos.
(Com Agência Estado)
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