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Economia Quinta-feira, 30 de Abril de 2026, 15:00 - A | A

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Quinta-feira, 30 de Abril de 2026, 15h:00 - A | A

Petrobras começa a produzir ureia na Araucária Nitrogenados, desativada há 6 anos

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A Petrobras informou que iniciou na quinta-feira, 30, a primeira produção de ureia desde a retomada das operações da Araucária Nitrogenados S.A (Ansa), em Araucária, no Paraná, em um passo considerado decisivo na reativação da subsidiária. A unidade estava hibernada desde 2020 e voltou a operar como parte do plano da companhia de retornar ao segmento de fertilizantes.

Segundo a Petrobras, a reativação da Ansa envolveu R$ 870 milhões em investimentos. Desde o anúncio da retomada, em 2024, a fábrica passou por um ciclo de preparação que incluiu manutenções, inspeções técnicas, testes operacionais, recomposição de equipes e contratação de serviços.

A volta da Ansa se soma à retomada das unidades Fafen-SE, em Sergipe, em dezembro de 2025, e Fafen-BA, na Bahia, em janeiro de 2026. Com a comercialização da produção das três fábricas, a estatal estima alcançar aproximadamente 20% do mercado interno de ureia.

A petroleira também informou que está avançando na conclusão da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III), em Três Lagoas (MS). A previsão é de que a planta entre em operação comercial em 2029, conforme anúncio feito no último dia 13.

"Com a UFN-III, a expectativa é de que a Petrobras passe a atender cerca de 35% do mercado nacional de ureia nos próximos anos", diz em nota. A empresa apresenta o movimento como parte de uma estratégia para reduzir a dependência externa e reforçar a cadeia produtiva ligada ao agronegócio e à indústria.

A Petrobras afirmou ainda, que o processo de mobilização na Ansa gerou mais de 2 mil empregos durante a fase de preparação. Na operação regular, a unidade mantém cerca de 700 postos de trabalho diretos.

Antes de iniciar a produção de ureia, a Ansa já havia atingido marcos operacionais, como a produção - por contrato de industrialização - de ARLA 32, insumo usado no controle de emissões de veículos a diesel. A fábrica também já havia produzido amônia.

"Com as Fafens e, agora, a Ansa em pleno funcionamento, reduzimos a dependência externa de ureia e fortalecemos a cadeia produtiva do agronegócio e da indústria nacional. O setor de fertilizantes é estratégico para a Petrobras, e estamos retomando investimentos com base em estudos de viabilidade técnica e econômica", afirmou em nota o diretor de Processos Industriais da estatal, William França.

Localizada ao lado da Refinaria Getúlio Vargas (Repar), na Região Metropolitana de Curitiba, a Ansa tem capacidade de produzir 720 mil toneladas por ano de ureia, o equivalente a cerca de 8% do mercado nacional, além de 475 mil toneladas anuais de amônia e 450 mil m³ por ano de ARLA 32, segundo a Petrobras.

(Com Agência Estado)

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