No mês, a DBGG pelo conceito do BC aumentou de 79,2% do PIB em fevereiro para 80,1%. Já pelo conceito do FMI, caiu de 94% do PIB para 92%.
Segundo Rocha, essa diferença se deu pelo comportamento da carteira livre, em função da gestão da dívida mobiliária da União pelo Tesouro Nacional. Pelos cronogramas da dívida, disse, houve um resgate mais significativo, que diminuiu a quantidade de dívida mobiliária no mercado.
"Pelo Banco Central, o resgate da dívida por parte do Tesouro implica, tudo mais constante, um aumento das operações compromissadas. Então, não há impacto em termos de aumento ou redução da dívida do Banco Central", explicou Rocha. "No caso da dívida no critério do FMI, como se considera toda a carteira do Banco Central, a carteira livre e a carteira de compromissadas, a cada momento do tempo, um aumento das operações compromissadas significa uma redução da carteira livre. A carteira total fica igual, só muda a composição dela. Então, se a carteira de títulos não mexe, uma redução na dívida mobiliária reduz a dívida no conceito FMI."
DLSP
Rocha também mencionou que em março a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) atingiu valor recorde da série histórica, ao atingir 66,8% do PIB.
O principal fator por trás da expansão da DLSP foi o resultado nominal registrado no mês, afirmou.
(Com Agência Estado)
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