Ele alertou que elevar as taxas muito rapidamente pode minar o impulso dos reajustes salariais e pôr em risco a meta de inflação de 2% do BC japonês. Por outro lado, apertar de forma muito devagar poderia desestabilizar a atividade econômica e os preços.
Os comentários vêm em meio a especulações sobre o momento do próximo aumento de juros do BoJ. A inflação persiste no Japão, com o iene fraco representando um risco renovado de pressão sobre preços de importação - a moeda recentemente se desvalorizou para nível perto de 157,90 por dólar.
Alguns analistas, porém, acham difícil que o BoJ aperte a política já na reunião de dezembro, uma vez que medidas para esfriar a economia podem colidir com a direção da política fiscal.
O governo da primeira-ministra Sanae Takaichi recentemente aprovou um pacote substancial de estímulo e deseja ver inflação de 2% sustentada por aumento de salários, não por choques de custos.
Tanto o BoJ quanto o governo têm sinalizado que trabalharão em estreita colaboração na coordenação de políticas.
Noguchi acrescentou que, embora a inflação tenha se mantido acima de 2% há mais de três anos, as expectativas de inflação ainda não atingiram esse nível, refletindo experiência deflacionária de décadas do país antes da pandemia. "Ainda é preciso tempo para que esses efeitos se dissipem e para que as expectativas de inflação se ancorem em torno de 2%." Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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