Para a federação, a nova política favorece segmentos intensivos no consumo do insumo, como as siderúrgicas, as metalúrgicas, as químicas e as indústrias de alimentos e bebidas. O Ministério de Minas e Energia calcula que a medida pode reduzir em até 50% o preço do gás da União destinado ao setor produtivo.
A gerente de Energia da Fiemg, Tânia Santos, ressalta, contudo, que a materialização dos benefícios depende da regulamentação pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em nota, ela afirma que é fundamental garantir o acesso não discriminatório às infraestruturas de escoamento, processamento e transporte, além de avançar no Gas Release e na transparência do mercado.
A Fiemg informou que acompanhará as próximas deliberações da ANP para assegurar que a redução dos custos ao longo da cadeia seja efetivamente percebida pelas indústrias.
(Com Agência Estado)
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