Entre janeiro e setembro, os emplacamentos chegaram a 2.256.037 unidades, crescimento de 18,09% sobre igual período do ano passado.
Segundo o presidente da Fenabrave, Arcelio Junior, a demanda por veículos novos segue firme, apesar de um ambiente ainda complexo de crédito. Para automóveis e comerciais leves, a concorrência entre marcas e programas especiais de fomento ao setor, como o Move Brasil e o Carro Sustentável - que têm reduzido preços e melhorado taxas de financiamento -, continuam pesando na decisão do consumidor.
Já em segmentos como caminhões, ônibus e implementos rodoviários, os incentivos do Programa Move têm ajudado a estancar o movimento de queda e, no caso dos implementos, já se observa saldo positivo após longos períodos de retração.
A Fenabrave disse que, por enquanto, mantém as projeções para 2026, divulgadas em julho, mas que os números poderão ser revisados em novembro. "Os resultados atuais nos indicam um fechamento de ano melhor do que o esperado, para a maior parte dos segmentos, mas vamos aguardar o desempenho de outubro, que pode apontar ajustes no mercado", disse Arcelio Junior em nota.
A projeção atual é de que as vendas de veículos leves, caminhões e ônibus cresçam 7,9% em 2026, para 2.902.257 unidades. A estimativa anterior, publicada em janeiro, era de aumento de 3,02%, para 2.770.373 unidades.
(Com Agência Estado)
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