Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,34%, a 10.497,94 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,06%, a 25.245,90 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,80%, a 7.834,10 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,66%, a 50.8818,38 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,01%, a 19.277,20 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 caiu 0,66%, a 9.354,24 pontos. As cotações são preliminares.
A preocupação com o endividamento da França e as expectativas de como o tema será tratado pelos candidatos na eleição presidencial de 2027 levavam os investidores a venderem suas posições em Paris. A candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, fará um discurso na terça-feira e, para a Eurasia, ela buscará abordar os receios do mercado. O índice francês também foi pressionado pela queda de 10% da Schneider Electric, que anunciou a compra da PTC, americana do setor de software.
Também no front político, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, convocou novas eleições parlamentares para o próximo mês, após protestos contra os altos custos de moradia, o que aumenta a instabilidade que abala a política europeia. Para a Capital Economics, no entanto, a eleição espanhola deve ter impacto limitado sobre a economia e a dívida.
Paralelamente, a queda nos preços do petróleo abriu espaço para os ganhos acionários. O setor de bancos avançou mais de 1,3% e o de energia ficou praticamente estável. Apesar do alívio nos preços de energia, o dirigente do BCE Joachim Nagel (Alemanha) alertou que os riscos de alta predominam nas perspectivas de inflação da zona do euro e que a elevada incerteza em torno das perspectivas de inflação "exige flexibilidade, e não inação".
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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