A carteira de crédito bruta fechou a primeira metade do ano em R$ 8,7 bilhões, salto semestral de 10,6% e anual de 23,6%. O movimento foi puxado principalmente pelo consignado privado, que avançou 18% e superou o ritmo de crescimento do cartão de crédito (+10%).
As despesas com provisões para perdas esperadas (PDD) cresceram 12,6% em igual base comparativa, para R$ 808,8 milhões.
As receitas com operações de crédito subiram 26,7%, a R$ 1,6 bilhões. Já as receitas de intermediação financeira tiveram incremento de 23,9%, a R$ 2,1 bilhões, enquanto o resultado de intermediação financeira, já deduzidas as provisões, aumentou 28,5%, a R$ 525,4 milhões.
A Neon marcou ainda índice de eficiência de 31%, ante 36% no primeiro semestre de 2025. O indicador mede o quanto a instituição gasta para gerar receita operacional - ou seja, quanto menor o índice, mais eficiente é a operação.
"A entrada em um ciclo de rentabilidade é apenas o início de uma nova fase, para a qual temos um plano ambicioso", afirmou o CEO da Neon, Fernando Miranda.. "Seguiremos trabalhando com o mesmo rigor para entregar resultados ainda mais expressivos".
A instituição financeira afirma ter desembolsado R$ 200 milhões para a aquisição de novos clientes, desenvolvimento e aperfeiçoamento de tecnologia proprietária e uso de dados. Em junho, o índice de basileia, que mede a posição de capital, atingiu 12,6%, acima do mínimo regulatório de 10,5%.
(Com Agência Estado)
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