Por outro lado, Goolsbee alertou, em entrevista à Fox News nesta segunda-feira, que um cenário de petróleo elevado por período prolongado tende a ampliar as pressões inflacionárias. "Se o petróleo ficar em US$ 90 por barril mês após mês, isso começaria a se espalhar para outros preços", disse, acrescentando que os preços futuros indicam que o mercado aposta em um choque de curta duração.
O dirigente também destacou que a resiliência do consumo segue como fator-chave para a atividade. "Enquanto o consumo permanecer forte, o crescimento econômico também será", afirmou.
Apesar disso, ele ponderou que sinais de deterioração podem surgir. "Não se surpreenda se houver uma piora na confiança do consumidor", disse, apontando que uma queda nesse indicador pode refletir mudanças no comportamento dos agentes diante das incertezas.
(Com Agência Estado)
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