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Economia Segunda-feira, 13 de Abril de 2026, 14:30 - A | A

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Segunda-feira, 13 de Abril de 2026, 14h:30 - A | A

Governo inaugura estação de testes da TV 3.0 na terça-feira, 14, em Brasília

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Ministério das Comunicações, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) lançarão, na terça-feira, 14, a estação de testes da TV 3.0, em Brasília (DF).

O lançamento será o início dos testes para a implementação do modelo, que promete melhor qualidade de áudio, vídeo e interatividade no sistema de televisão brasileiro. A expectativa é que as primeiras operações comerciais tenham início nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo, com perspectiva de lançamento antes da Copa do Mundo de 2026.

O Ministério das Comunicações tem autorização para que a tecnologia seja implementada em todo País, de forma gradual, ao longo dos próximos anos, segundo afirmou em nota enviada ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

"A entrada em operação em cada cidade pelas emissoras levará em consideração aspectos técnicos, econômicos e de planejamento de rede", afirmou a pasta por meio de nota.

A estação lançada em Brasília funcionará como um ambiente de validação tecnológica antes da expansão do padrão para outras capitais. A estrutura será usada para avaliar desempenho de transmissão, estabilidade do sinal, compatibilidade entre equipamentos e aplicativos e condições de recepção em diferentes cenários, reunindo medições que devem embasar decisões regulatórias e o desenho do cronograma de implantação.

A adoção da TV 3.0 tende a exigir atualização do parque de recepção, seja por meio de televisores compatíveis ou de conversores, a depender do modelo técnico que vier a ser consolidado após os testes. O governo e o setor também avaliarão como será o período de convivência com o padrão atual e quais mecanismos poderão ser adotados para reduzir impactos ao consumidor, especialmente para famílias de baixa renda.

A migração para a TV 3.0 envolverá a modernização de equipamentos de transmissão e processamento de sinal por parte das emissoras, além de demanda por novos receptores e componentes.

O cronograma de adoção, portanto, depende não apenas da regulamentação e dos testes, mas também da capacidade de investimento do setor e da disponibilidade de soluções no mercado.

(Com Agência Estado)

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