Miran, que advogou por uma política monetária mais frouxa nas reuniões em que foram decididas manutenções dos juros, destacou que leva "muito a sério" a questão de como as taxas são refletidas de maneira "atrasada". "Por isso, qualquer choque na economia hoje, é necessário pensar no futuro", detalhou, ao reiterar a defesa por corte dos juros.
Com a chegada de Warsh, Miran deve deixar o cargo de diretor. Ele, que antes foi conselheiro na Casa Branca, disse que suas posições no Fed eram "opiniões próprias" e não eram relacionadas ao posicionamento do presidente dos EUA, Donald Trump.
(Com Agência Estado)
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