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Economia Quarta-feira, 16 de Setembro de 2026, 15:30 - A | A

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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2026, 15h:30 - A | A

Comunicado de setembro do Fed retira referência a choques de oferta e energia na inflação

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O comunicado de decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) desta quarta-feira, 16, retirou a referência aos choques de oferta, inclusive de energia, como fator de pressão sobre a inflação. A autoridade monetária dos Estados Unidos, contudo, apenas removeu a citação, sem apresentar uma nova fonte de instabilidade para os preços.

Em julho, o Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, na sigla em inglês) informou que os preços permaneciam elevados em parte por choques de oferta que haviam provocado altas em alguns setores, "incluindo energia".

Agora, o texto limita-se a dizer que a inflação "permanece elevada" e acrescenta que a alta de juros anunciada hoje ajudará em um retorno "mais oportuno" à meta de 2%.

O Fed elevou nesta quarta-feira por unanimidade a taxa dos Fed funds em 25 pontos-base, para a faixa de 3,75% a 4,00%. Essa é a primeira elevação dos juros desde julho de 2023.

Gráfico de pontos

O gráfico de pontos do Federal Reserve, divulgado nesta quarta-feira, mostrou uma concentração maior de dirigentes que projetam a taxa de juros dos Estados Unidos na faixa entre 4% e 4,25% ao fim de 2026. Se confirmado, isso representaria um aumento de 25 pontos-base (pb) em relação ao nível atual, decidido nesta data.

O relatório, publicado juntamente com o comunicado de política monetária, indica que 12 dirigentes veem a taxa entre 4% e 4,25% em 2026.

Outros 4 dirigentes projetam a taxa na faixa entre 4,25% e 4,5% neste ano.

Somente 2 dirigentes avaliam que a taxa pode encerrar 2026 entre 3,75% e 4%.

Conteúdo gerado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

(Com Agência Estado)

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