As debêntures permaneceram como principal instrumento de captação, com R$ 21,5 bilhões em emissões encerradas no mês, respondendo por 44,1% do total. O volume, contudo, recuou 35,2% frente a julho, de acordo com a entidade.
O destaque do período ficou com os FIDCs, que movimentaram aproximadamente R$ 14,5 bilhões em emissões - o segundo maior resultado mensal do instrumento em 2026. O montante cresceu 116% ante julho (R$ 6,7 bilhões) e 146,3% frente a agosto de 2025 (R$ 5,9 bilhões). No ano, as captações via FIDCs já superam R$ 74 bilhões.
"Embora as debêntures continuem liderando as emissões, agosto reforçou uma mudança na composição das captações, com instrumentos ligados a recebíveis ganhando participação", afirmou Guilherme Maranhão, presidente do Fórum de Estruturação de Mercado de Capitais da Anbima.
Entre os instrumentos de recebíveis, os CRIs somaram cerca de R$ 2,4 bilhões, alta de 32,5% ante julho. Os CRAs totalizaram aproximadamente R$ 2,2 bilhões, quase três vezes o volume de julho (R$ 776,8 milhões).
Nos instrumentos híbridos, os FIIs captaram cerca de R$ 5,1 bilhões, abaixo dos R$ 11,7 bilhões de julho, enquanto os Fiagros movimentaram aproximadamente R$ 1,4 bilhão, volume 26 vezes superior ao de agosto de 2025, segundo a Anbima.
Conteúdo elaborado com auxílio de inteligência artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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