A inclusão de um país na lista, segundo o documento, não necessariamente reflete os esforços atuais de combate às drogas de seu governo, mas sim uma combinação de fatores geográficos, comerciais e econômicos que facilitam o trânsito ou a produção de drogas - mesmo que medidas robustas de controle de narcóticos estejam em vigor.
O presidente destacou que, apesar dos esforços de alguns governos, Afeganistão, Bolívia, Mianmar e Colômbia foram designados como tendo falhado de "forma demonstrável" em cumprir suas obrigações internacionais de combate às drogas nos últimos 12 meses. A determinação também ressaltou a necessidade de ações mais contundentes por parte do Canadá e do México para interromper os fluxos de drogas, instando o governo canadense a desmantelar laboratórios clandestinos e fortalecer a segurança da cadeia de suprimentos, enquanto o México é incentivado a aumentar as inspeções em seus portos de entrada e combater as organizações narcoterrorista. Além disso, a China continua a ser considerada o maior produtor mundial de químicos para fabricação de drogas sintéticas, como fentanil e metanfetamina, de acordo com o texto.
Mudanças políticas na América do Sul, entretanto, abriram novas oportunidades de cooperação, de acordo com Trump. O documento presidencial afirma que, na Venezuela, a remoção do ex-ditador Nicolás Maduro e a cooperação com o governo interino resultaram em avanços contra os cartéis. No caso da Colômbia, sob nova liderança, são esperados progressos significativos na erradicação de redes narcoterroristas.
Sob a Coalizão das Américas de Combate aos Cartéis (A3C), uma aliança com mais de uma dúzia de países no Hemisfério Ocidental, os EUA afirmam terem reduzido drasticamente os fluxos de drogas com destino ao país e apreendido bilhões de dólares de finanças ilícitas dos cartéis.
A publicação do documento, que cita Brasil, ocorre à luz da retomada de ataques a barcos no Pacífico por parte de Washington.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









