Tite leva consigo o filho e auxiliar técnico Matheus Bachi, e o preparador físico Fábio Mahseredjian, que o acompanha há quase uma década.
Um dos fatores que motivaram a decisão do treinador foi o projeto apresentado por João Paulo Magalhães, presidente do Botafogo, apesar da instabilidade institucional do Botafogo, hoje em recuperação judicial e ainda sem a venda da SAF definida.
O cartola botafoguense começou a conversar com o treinador e seu empresário, Gilmar Veloz, na terça-feira. Tite pediu um tempo para pensar, conversou com a família e deu a resposta positiva nesta quarta.
Ele tomou a decisão rapidamente porque tinha o desejo de voltar a trabalhar e vê no Botafogo uma chance de se reerguer após trabalhos frustrantes em Flamengo e Cruzeiro.
O treinador deve estar no Engenhão para acompanhar a partida desta quarta-feira contra o Grêmio. É esperado que ele já comande o time contra o Mirassol, no sábado.
O Botafogo estava sob o comando do interino Rodrigo Bellão desde a demissão de Franclim Carvalho, em agosto, após uma sequência de resultados ruins.
(Com Agência Estado)
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