Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,08%, a 10.840,35 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,27%, a 25.368,04 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,78%, a 7.934,70 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,72%, a 49.397,55 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,18%, a 19.195,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,44%, a 9.373,82 pontos. As cotações são preliminares.
O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) americano subiu 1,3% em setembro, acima da previsão de 0,5%, com alta anual de 6,3%. Já o núcleo do PPI dos EUA subiu 0,7%, com avanço de 5% na comparação anual. A produção industrial da zona do euro, por sua vez, caiu 0,5% em agosto, ante expectativa de alta de 0,1%.
O subíndice tech do Stoxx 600 recuou 1,4%. Na Holanda, a ASML, maior empresa europeia em valor de mercado, caiu 4%. As também holandesas ASM International e BE Semiconductor recuaram 7,1% e 5,4%, respectivamente. Na Alemanha, a Infineon cedeu 5,1%, e a STMicroelectronics perdeu 3,5%.
A onda vendedora atingiu ainda a Siemens Energy, que recuou cerca de 2,1%, e a italiana Prysmian, com baixa de 2,7%, ambas ligadas à infraestrutura demandada por centros de dados.
Na contramão, a sueca Ericsson saltou 7,2% após divulgar lucro acima do esperado, impulsionando o setor de telecomunicações.
Em Paris, a Pernod Ricard avançou 0,7%, após a companhia que tem a vodca Absolut e o whisky Ballantine's em seu portfólio de marcas reportar queda nas vendas menor que a prevista, sustentada em parte pelo crescimento de 19% na Índia.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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