Em Londres, o FTSE 100 conseguiu se sustentar apesar da saída do premiê e fechou em alta de 0,72%, a 10.437,85 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,66%, a 25.151,48 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,25%, a 8.400,11 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,10%, a 52.796,78 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,09%, a 19.558,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,72%, a 9.168,22 pontos. As cotações são preliminares.
O mercado reagiu aos sinais de progresso nas conversas entre Washington e Teerã, embora continuem circulando informações desencontradas sobre as negociações. Analistas do Deutsche Bank alertaram que o caminho para uma solução duradoura permanece frágil, enquanto o ING avaliou que a recuperação sustentada dos fluxos de petróleo e gás do Golfo Pérsico continuará sendo o principal fator para os mercados.
No campo político, a renúncia de Starmer abriu caminho para a provável ascensão de Andy Burnham ao comando do governo britânico, em um processo de transição que seguirá no radar dos investidores nas próximas semanas.
Paralelamente, a Alemanha pretende adquirir uma participação de 40% na fabricante de defesa KNDS, em coordenação com a França, reforçando os esforços europeus para ampliar sua capacidade militar e industrial. O setor de defesa, porém, recuou cerca de 0,4%.
Entre as ações, a easyJet subiu perto de 3% após rejeitar uma terceira oferta de aquisição da gestora americana Castlelake. Em Londres, a Babcock International recuou cerca de 6% após anunciar um programa de recompra de ações de 200 milhões de libras.
*Com informações da Dow Jones Newswires
(Com Agência Estado)
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