Lagarde observou alguma desancoragem das expectativas de inflação, mas disse que o choque atual parece ser menor do que o episódio de 2021 e 2022, quando o BCE teve que aumentar as taxas de juros em ritmo recorde. "O contexto também é diferente, dado um mercado de trabalho mais forte, rendas mais altas e a ausência de desafios de oferta pós-pandemia", acrescentou.
Ainda assim, o BCE não deve ser complacente, pois a formação de salários pode ser mais sensível a novos choques, dada a recente experiência do bloco com alta da inflação, frisou ela.
(Com Agência Estado)
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