A solução permite que usuários brasileiros do Pix, inclusive não correntistas do banco, realizem pagamentos em lojas físicas credenciadas na Argentina.
A transação é feita pela leitura de um QR Code apresentado pelo comerciante, que pode estar em um maquininha ou outro dispositivo. O cliente usa o aplicativo da instituição financeira escolhida para realizar a compra, sem necessidade de cadastro ou liberação prévia.
Para viabilizar o processo, o BB realiza uma operação de câmbio para a moeda local e o pagamento é feito em reais, com débito direto da conta corrente ou poupança. Por isso, há incidência de IOF, conforme a legislação aplicável. O extrato exibe a operação como um Pix comum.
A função será possibilitada pelo banco argentino Patagonia, que integra o conglomerado do BB. Também foi firmada uma parceria com a Coelsa, empresa que fornece infraestrutura tecnológica.
No mês passado, o BB já havia lançado uma solução que permite aos lojistas brasileiros venderem para clientes argentinos do Patagonia por meio de uma arquitetura financeira parecida com o Pix. A operação envolve uma transação financeira complexa, que converte a compra para dólares e debita da conta do usuário na Argentina, enquanto o comerciante do Brasil recebe o valor imediatamente via Pix.
O movimento ilustra o interesse de instituições financeiras em capitalizar da popularização do sistema de pagamentos instantâneos. Em dezembro, o Mercado Pago já havia anunciado a possibilidade de turistas argentinos usarem o Pix em estabelecimentos brasileiros. Outras fintechs, como a PagBrasil, adotaram medidas semelhantes.
(Com Agência Estado)
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