Inicialmente, investidores estavam pedindo um valor na casa dos 11% a 12%, enquanto a empresa queria algo na faixa dos 10%. Com a forte procura, a taxa acabou ficando mais perto do patamar desejado pela companhia aérea.
A operação teve uma demanda de cerca de US$ 9,1 bilhões, aproximadamente 7,5 vezes o volume inicialmente ofertado. A expectativa é de que a emissão seja concluída em 6 de fevereiro de 2026, sujeita às condições habituais de fechamento, segundo comunicado divulgado pela companhia.
A Azul informou ainda que a operação visa quitar o saldo devedor em aberto do financiamento DIP (debtor-in-possession). Os recursos remanescentes, se aplicáveis, irão apoiar a implementação do plano "abrangente e permanente de reestruturação, voltado à otimização de sua estrutura de capital e ao aumento de sua liquidez".
A captação da Azul é um dos últimos passos para a companhia encerrar o processo de recuperação judicial. Desde quando iniciou a reestruturação, em maio do ano passado, a companhia esperava finalizar os trâmites no início deste ano. Caso isso se confirme, será o Chapter 11 mais rápido entre as aéreas brasileiras.
"A companhia segue conduzindo a implementação das etapas previstas no Plano do Chapter 11 com foco, disciplina e alinhamento às diretrizes já estabelecidas, avançando conforme o cronograma previsto e mantendo consistência na execução das iniciativas em curso", diz o comunicado.
(Com Agência Estado)
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