Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em baixa de 11,38%, a US$ 4.745,10 por onça-troy.
Já a prata para março recuou 31,37%, a US$ 78,53 por onça-troy.
Ambos os metais tiveram baixa na semana de 4,71% e 22,5%, respectivamente. No mês, o ouro ganhou 9,30% e a prata 11,23%.
Os mercados veem Warsh como um candidato mais hawkish do que, por exemplo, Kevin Hassett, aponta o Commerzbank. No entanto, o banco alemão continua a ver uma alta probabilidade de que o Fed ceda à pressão, pelo menos em certa medida, e corte as taxas de juros mais do que o atualmente precificado.
Enquanto isso, os últimos dados dos EUA mostraram que os preços cobrados pelos produtores americanos por seus bens e serviços aumentaram mais do que o esperado em dezembro.
"Warsh não se comprometeu a reduzir as taxas de juros e seria inapropriado pedir a ele que as reduzisse. Provavelmente conversarei com ele sobre isso, já que ele quer reduzi-las", disse o presidente dos EUA, Donald Trump, no período da tarde, ao reiterar que não haverá pressão da Casa Branca nesse sentido.
Apesar dos desdobramentos, junho ainda segue como o mês mais provável para a retomada do ciclo de flexibilização monetária pelo BC norte-americano, segundo a ferramenta de monitoramento do CME Group.
O movimento desta sexta, e os ralis anteriores, mostram que os preços podem cair quase tão rapidamente quanto sobem, enfatiza a Capital Economics. A consultoria espera que os preços do ouro terminem este ano bem abaixo dos níveis atuais.
Entre outros ativos, a platina para abril tombou 19%, US$ 2.121,60 a onça, devolvendo ganhos que a levaram a renovar máxima histórica nesta semana. Já o paládio para março cedeu 15,62%, a US$ 17.03,10.
(Com Agência Estado)
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