"Por ora, estou coordenando uma reposta de conjunto dos Estados membros da União Europeia sobre este tema", declarou Costa em entrevista coletiva após assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a UE, neste sábado, em Assunção, no Paraguai.
Ele acrescentou que "a UE será sempre muito firme na defesa do direito internacional, seja
onde for". "E, com certeza, a começar pelo território dos Estados membros da União Europeia",
declarou. "Se queremos prosperidade, temos que abrir os mercados, não fechá-los. Temos que
criar zonas de integração econômica e não aumentar as taxas", afirmou.
Costa aproveitou para fazer uma defesa enfática da integridade territorial e da soberania dos
países, e do direito internacional, em meio às ofensivas de Trump na Venezuela e na
Groenlândia, e do presidente da Rússia, Vladimir Putin, na Ucrânia.
"Estamos aqui não só para assinar a criação do maior zona econômica do mundo, mas também para
enviar uma mensagem muito clara para o mundo: o que é necessário não são conflitos, mas paz, o
que é necessário não são conflitos entre países, mas cooperação, o que é fundamenta é defender
sempre o direito internacional, seja onde for", declarou.
O presidente do Conselho Europeu destacou ainda que é preciso se levantar contra violações ao
direito internacional. "Se a Rússia invade a Ucrânia, temos que nos levantar para defender a
integridade territorial, a soberania e o direito internacional na Ucrânia. Se os direitos
humanos são violados na Venezuela, devemos nos levantar para defender os direitos humanos na
Venezuela", ressaltou.
Contato: [email protected]
(Com Agência Estado)
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