Em 2024, a ANP notificou a empresa para que retomasse a produção em até 12 meses ou transferisse o ativo.
Restando três dias do prazo concedido pela agência, em setembro de 2025, a concessionária pleiteou prazo adicional de seis meses, alegando que tinha interesse no campo de Juriti, informou a relatora.
"No último dia do prazo, a empresa comunicou que reiniciou a produção, mas em dezembro do ano passado, foi notificada que não tinha registro no boletim de produção e comunicou que houve falha de comunicação interna, não houve retorno efetivo", explicou a diretora em reunião nesta sexta-feira, 13.
O campo foi adquirido pela Reconcavo E&P, do grupo PetroReconcavo, na 6ª Rodada de Licitações da ANP, em 2024, e apenas um poço foi perfurado. De acordo com Araújo, no único mês que operou, a produção foi de meio barril de petróleo e 0,026 metros cúbicos de gás natural.
(Com Agência Estado)
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