Já o lucro líquido consolidado IFRS foi de R$ 431,5 milhões de outubro a dezembro, montante que equivale a uma alta anual de 3,2%. O critério regulatório, porém, costuma ser mais usado por avaliar melhor o fluxo de caixa da empresa, já que o resultado em IFRS traz a valor presente todas as receitas futuras garantidas pelos contratos de concessão. No ano todo, o lucro líquido IFRS foi de R$ 1,73 bilhão, redução de 6,8% ante 2024.
Ainda no quarto trimestre de 2025, a empresa registrou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês) regulatório de R$ 709,4 milhões, aumento de 8,5% frente ao verificado em igual etapa do ano passado. Já o Ebitda IFRS foi de R$ 782,6 milhões, ampliação de 0,3% sobre o valor obtido em período equivalente de 2024.
Em 2025, o Ebitda regulatório somou R$ 2,82 bilhões, aumento anual de 7,4%. Já o Ebitda IFRS foi a R$ 3,3 bilhões, que representa uma ampliação de 7,5% ante o verificado no ano retrasado.
A receita líquida regulatória, por sua vez, somou R$ 932,3 milhões no quarto trimestre de 2025, alta de 6,9% na comparação com o mesmo trimestre do ano retrasado, enquanto a receita líquida IFRS ficou em R$ 1,16 bilhão de outubro a dezembro do ano passado, aumento anual de 3,6%.
No ano passado inteiro, a receita líquida regulatória foi de R$ 3,55 bilhões, alta anual de 8,2%. Também de janeiro a dezembro de 2025, a receita líquida IFRS somou R$ 4,4 bilhões, ampliação de 9,9% frente à obtida em 2024.
A alavancagem regulatória da companhia, medida pela relação dívida líquida por Ebitda, ficou em 3,3 vezes, a mesma do terceiro trimestre. No IFRS, a alavancagem foi mantida em 2,8 vezes.
(Com Agência Estado)
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