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Cidades Terça-feira, 06 de Janeiro de 2026, 10:10 - A | A

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Terça-feira, 06 de Janeiro de 2026, 10h:10 - A | A

PORTO DE GALINHAS

Prefeito de Ipojuca proíbe consumação mínima em praias após agressão a turistas de MT

Novo decreto veta cobrança de taxas de reserva e venda casada em praias famosas de Pernambuco; medida ocorre após caso de casal mato-grossense ganhar destaque no Fantástico

ANDRÉ ALVES
Da Redação

O prefeito de Ipujoca (PE) Carlos Santana (Republicanos) publicou o decreto 149/2025 proibindo que os comerciantes das praias de Porto de Galinhas, Muro Alto, Cupê e Maracaípe, exijam a cobrança mínima de consumação dos turistas nas barracas. Também estão proibidas multas ou taxas em caso de não haver consumo ou venda casada de produtos.

De acordo com o decreto, o descumprimento das regras pode levar a suspensão ou cassação da licença de funcionamento. Até a domingo (4), a prefeitura de Ipujoca já havia notificado pelo menos 26 barracas por irregularidades na cobrança de taxas de consumação mínima.

A medida aconteceu logo após as agressões contra o personal trainer Johnny Andrade e o empresário Cleiton Zanatta, turistas de Mato Grosso que estavam em Porto de Galinhas, que ganharam repercussão nacional e foram destaque em reportagem exibida no Fantástico, da TV Globo, neste domingo (4).

LEIA TAMBÉM: Agressão a casal de MT em Porto de Galinhas é destaque no Fantástico

De acordo com o casal, o ataque teria sido motivado porque os comerciantes queriam forçar que eles consumissem no local. Segundo Johnny e Cleiton, o incidente começou om a cobrança pelo uso de cadeiras e guarda-sol em uma barraca na praia. Johnny afirma que o atendente estabeleceu inicialmente o valor de R$ 50, que seria isento caso houvesse consumo de petiscos. Contudo, por volta das 16h, o funcionário teria alterado o valor: "Já são quatro horas da tarde, vocês não consumiram nada. Não vai ser mais R$ 50, vai ser R$ 80."

Ao recusar o novo preço, Johnny afirmou ter sido agredido e que, em instantes, cerca de 20 vendedores cercaram o casal. Durante a confusão, Cleiton gritou pedindo para chamarem a polícia e buscou refúgio em um carro de salva-vidas, mas a ajuda foi negada inicialmente. O casal também aponta que o crime teve motivação preconceituosa, pois teria ouvido que “viado tem que tomar porrada mesmo”.

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DANIEL CARNEIRO DA SILVA 06/01/2026

Isto é muito antigo. As autoridades é que fazem vista grossa. Deixei de ir a Porto por causa desse problema de se sentir coagido. No meu caso para cobrir o mínimo era preciso comprar um peixe frito grande, só que o grande dele, vi na mesa vizinha, parecia mais uma sardinha.

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