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Cidades Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 12:23 - A | A

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2026, 12h:23 - A | A

MELHORIA CONSTANTE

Mato Grosso tem segundo menor desemprego do país

Estado apresentou melhora no mercado de trabalho, reduzindo taxa que antes era de 3,5%

ANNA GIULLIA MAGRO
DA REDAÇÃO

Mato Grosso registrou uma taxa de desocupação de mais ou menos 3% no primeiro trimestre de 2026, índice significativamente inferior à média brasileira, que fechou em pouco mais de 6%. Os dados, divulgados nesta quinta-feira (14) pelo IBGE através da PNAD Contínua, colocam o estado com o segundo menor desemprego do Brasil, atrás de Santa Catarina. Na comparação com o mesmo período de 2025, o estado apresentou uma melhora real no mercado de trabalho, reduzindo a taxa que antes era de 3,5%.

Para o IBGE, uma pessoa é considerada desocupada se não realizou nenhuma atividade remunerada no período analisado, fez alguma busca efetiva por emprego nos últimos 30 dias e tem saúde e tempo para assumir uma vaga imediatamente. Se a pessoa não procurou emprego no último mês, ela não entra na taxa de desocupação; ela é considerada "fora da força de trabalho".

Embora tenha ocorrido um leve aumento em relação ao último trimestre de 2025, quando o índice era de 2,4%, analistas apontam que o movimento é puramente sazonal. Esse fenômeno é comum nos primeiros meses do ano devido ao encerramento de contratos temporários típicos do período de festas no comércio, além do término de vínculos de curto prazo nas áreas de educação e saúde no setor público.

Outro dado positivo da pesquisa é a taxa de subutilização da força de trabalho, que ficou em quase 7% em Mato Grosso, segunda menor do território nacional. Esse indicador é fundamental por contabilizar pessoas que trabalham menos horas do que gostariam ou que estão disponíveis, mas encontram dificuldades para se alocar.

Este é um conceito muito mais amplo e "fiel" à realidade de quem precisa de renda. A taxa de subutilização engloba os Desocupados, os Subocupados por insuficiência de horas, ou seja, pessoas que trabalham mas em uma jornada inferior a 40 horas semanais e que gostariam e poderiam trabalhar mais horas, os Potencialmente Disponíveis, que são pessoas que queriam trabalhar, mas não fizeram a busca efetiva, e os Indisponíveis, aqueles que buscaram trabalho, mas não puderam assumir por algum motivo específico.

A redução de 1,4 ponto percentual em relação ao primeiro trimestre de 2025 (8,1%) sugere que as vagas ofertadas no estado estão sendo preenchidas com maior qualidade e carga horária adequada às necessidades da população.

Com esses resultados, o estado se mantém à frente de vizinhos e grandes polos econômicos como Paraná (3,5%) e Espírito Santo (3,2%). A baixa ociosidade da mão de obra em Mato Grosso é um diferencial competitivo que impulsiona o consumo e garante estabilidade social, mesmo diante de oscilações na economia global.

O desafio para o restante do ano é manter o ritmo de crescimento e continuar qualificando o trabalhador local para atender às demandas de setores em expansão, como a agroindústria e a tecnologia aplicada ao campo.

*Com informações da assessoria

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