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Brasil Terça-feira, 12 de Maio de 2026, 14:09 - A | A

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Terça-feira, 12 de Maio de 2026, 14h:09 - A | A

DETONOU

Única política de segurança de Bolsonaro era liberar arma, diz Alckmin

Em evento, vice-presidente defendeu o uso de armas de fogo somente pela polícia e criticou políticas da gestão anterior

METRÓPOLES

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) fez uma crítica, nesta terça-feira (12/5), às normas da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilitaram o acesso a armas de fogo no Brasil. Alckmin declarou que a liberação de armas foi a “única” política de segurança da gestão Bolsonaro.

No lançamento do Programa Brasil contra o Crime Organizado, no Palácio do Planalto, Alckmin afirmou que o acesso a armas deve ser de responsabilidade da polícia e relacionou a ampliação da posse e do porte com o aumento de casos de crimes violentos no país.

“Nesse primeiro trimestre, o Brasil comparado a 2022 caiu 25% de homicídio e aumentou 37% o mandado prisão. E não é por acaso. A impunidade estimula o crime”, disse.

“Além da investigação prisional, destacar a questão das armas. Quem tem que portar armas é a polícia, que é profissional. Arma é um perigo. A única política de segurança no mandato anterior era distribuir armas, liberar armas. E isso acaba na mão de bandido, acaba na mão do crime organizado”, declarou o vice-presidente.

O vice-presidente também chamou atenção para o feminicídio. “73% das mortes violentas intencionais são arma de fogo. O feminicídio é arma de fogo. Quanto mais a gente deixar a arma na mão da política, melhor será a segurança”, concluiu.

Combate ao crime
O Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado nesta terça-feira (12/5) no Palácio do Planalto, prevê, entre um pacote de medidas, a implementação de um “padrão de segurança máxima” em 138 presídios estaduais.

O objetivo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é replicar o modelo adotado no Sistema Penitenciário Federal para evitar a articulação de lideranças criminosas dentro dos estabelecimentos.

Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, as unidades contempladas foram selecionadas por meio de critérios técnicos e estão distribuídas nas 27 unidades da federação. O governo ainda não disponibilizou em quais presídios adotará as medidas.

Estão previstos R$ 330,6 milhões para a implementação das ações. O valor será destinado à compra de 45 drones e 45 kits de varredura, 138 raios-x e 138 veículos. Os equipamentos serão distribuídos para os presídios estaduais selecionados.

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