O processo questiona decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), que havia deferido o registro de Dallagnol. A ação pede o indeferimento da candidatura e a nulidade dos votos recebidos pela chapa. O relator é o ministro Floriano de Azevedo Marques.
Na véspera da eleição, Floriano havia decidido individualmente pelo indeferimento do registro. No domingo, 4, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, suspendeu os efeitos da decisão e determinou que os votos de Dallagnol fossem contabilizados até a análise do caso pelo plenário.
A controvérsia está relacionada à saída de Dallagnol do Ministério Público Federal. Em 2023, o TSE cassou seu mandato de deputado federal por entender que ele pediu exoneração enquanto havia procedimentos disciplinares que poderiam resultar em inelegibilidade.
(Com Agência Estado)
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