Em sua exposição de motivos, nesta terça-feira, 15, Toffoli afirmou que se afastou da relatoria do inquérito do Master em razão das repercussões da ligação de uma empresa de sua família com a instituição financeira e para "preservar a Corte".
O ministro disse que vem se declarando impedido de julgar os processos relacionados ao caso, que tramitam na Segunda Turma do STF, por "razão de foro íntimo". Ele também destacou que o relatório da Polícia Federal (STF) que apontava sua ligação com o Master foi arquivado pelo presidente do Supremo, Edson Fachin, por "ausência de ilícitos".
Além de Toffoli, Nunes Marques também se declarou impedido de participar do julgamento. Ele argumentou que o caso tem potencial para impactar as eleições e disse não se sentir "confortável" em analisar o processo, em razão de sua atuação como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Após se declarar impedido, Nunes Marques se retirou da sessão do STF, ao contrário de Toffoli, que disse que iria se manter no plenário.
(Com Agência Estado)
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