Na ocasião, o ministro Flávio Dino havia questionado a decisão do presidente do STF, Edson Fachin, de tomar a relatoria do caso, que estava com Mendonça. Segundo Dino, Fachin usou de forma indevida o instrumento da "avocatória". Fachin negou a acusação de Dino, e Mendonça endossou o presidente da Corte, ao afirmar que encaminhou os autos ao presidente do STF por entender que as informações recebidas teriam impacto no Tribunal.
"Não partiu, a iniciativa, da Presidência", disse Mendonça. "Entendi eu que, a partir dos achados que me foram encaminhados na qualidade de relator, ao identificar que as mensagens, entre elas, se referiam a um ministro do Tribunal, entendi que, neste momento, estava mais em jogo a própria prerrogativa do Tribunal."
(Com Agência Estado)
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