O pagamento foi suspenso após as enchentes de 2024, e Souza defendeu estender o período sem desembolsos antes de iniciar uma nova etapa de renegociação.
O candidato classificou o modelo atual de cobrança como "abusivo" e criticou a incidência de juros sobre juros. Segundo Souza, a adesão ao Propag permitiria retirar os juros e manter a correção monetária do saldo devedor.
O emedebista disse não considerar possível um perdão integral da dívida. "Não haverá perdão total da dívida por parte de nenhum presidente", afirmou, ao defender uma negociação com o governo federal.
O candidato também vinculou a renegociação da dívida à ampliação dos investimentos estaduais. Segundo ele, os recursos que deixarem de ser destinados ao pagamento à União poderão financiar rodovias, pontes, habitação e outras políticas públicas.
Na educação, Souza propôs criar 80 mil vagas de ensino técnico profissionalizante por meio do programa "Profissão na Mão". O candidato afirmou que pretende financiar a iniciativa com recursos liberados a partir da renegociação da dívida com a União.
"Vamos criar 80 mil vagas de ensino técnico no RS usando este recurso da renegociação da dívida do Estado com a União", disse.
(Com Agência Estado)
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